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domingo, 27 de março de 2011

ESPORTE E RECREAÇÃO COM ALVO EM CRISTO

Neste sábado dia 26.06 tive uma experiência fantástica na Igreja Batista Boas Novas em Campo Grande, a príncipio a ideia era saber como fazer um iniciação esportiva na sua igreja, pensei então que fosse organizar equipes dentro da igreja pro lazer e no lugar dos membros irem em busca das peladinhas de domingo isso poderia acontecer dentro da própria igreja, bem sim não estava meu pensamento todo errado mas isso não se aplica só no futebol e sim esporte, fiquei encantada com tamanha grandeza da organização nunca vi em meus 23 anos nada em nenhuma igreja direcionado dessa forma para o esporte e inclusão da comunidade com o alvo na evangelização de uma forma irreverente de conquistas diretas e indiretas, existem vários programas dentro do CYCAS que faz parte de um programa da CBME (Coalizão Brasileira De Ministérios Esportivos), é algo tão grandioso espiritualmente falando, uma grande sacada pois como foi dito nesse curso há 3 linguagens reconhecidas por todo mundo A MÚSICA, A ARTE E O ESPORTE, tendo isso em vista vale a pena conhecer um pouco mais a respeito desses programas, pra você que se interessa por esportes e reacreções infantis(que incluem palhaços e mágicas), onde a palavra de Deus esteja sempre em primeiro lugar, pois esse lazer é uma forma de atrair a atenção pro Senhor de tal forma que até as crianças aprendam a palavra de Deus de uma maneira lúdica e eficaz.

(Conheças mais sobre cada programa, MAX7, KIDS GAMES, TEAM BUILDING, CEFLAL, UBABALO E BRASIL ETC)

Seguem abaixo os links para melhores informações:
www.cbme.com.br
 http://www.atletasdecristo.org/site/
www.atletasemacao.com.br
http://www.coalizaobrasileira.com.br/




domingo, 20 de março de 2011

Como as grandes religiões encaram o momento da morte?


ISLAMISMO

Os muçulmanos creem que, como o nascimento, a morte está nas mãos de Deus. Vivendo conforme os ensinamentos divinos, não há por que temer a morte. Assim, seguem tranquilos para a reencarnação. Os últimos momentos são de recolhimento e de reconhecimento da supremacia e da bondade do todo-poderoso Alá. Islâmicos que morrem em jihad (luta pela fé) não passam por isso, pois iriam direto para o paraíso.
“Foi Alá quem te criou, quem te sustentou, e é ele quem te fará morrer”, Suräh 30:40
PREPARO PURO
Familiares e amigos do mesmo sexo do falecido despem e lavam o cadáver de três a cinco vezes, começando pelo lado direito, para devolver pureza à alma. Os orifícios são tapados com algodão e o corpo é coberto por um sudário branco e perfumado com cânfora.
PALAVRA FINAL
Parentes e amigos recitam o shahãdah, oração contra o demônio e de afi rmação sobre a não existência de outro deus além de Alá. Essas devem ser as últimas palavras ouvidas pelo moribundo para que se conscientize da importância de encontrar Alá na eternidade.



CRISTIANISMO

Para a maioria dos cristãos, na morte, o espírito vai para o céu ou para o inferno – para os católicos, há o purgatório e, para outras denominações, a morte é um sono até o dia do juízo. O destino varia de acordo com o que o morto fez em vida. Por isso, quando um cristão morre, familiares e amigos consolam uns aos outros pela perda, além de orar para que o falecido seja perdoado de seus pecados e alcance o paraíso. Cristãos protestantes recém-falecidos são vestidos com roupas habituais e costuma-se retirar qualquer adorno de seu corpo.
ÚLTIMA BÊNÇÃO
Se um católico está para morrer, o padre faz a extrema-unção, passando o óleo dos enfermos – azeite de oliva benzido em missa – em seis partes do corpo: olhos, narinas, boca, ouvidos, mãos e pés. Enquanto isso, faz orações e pede a Deus que perdoe a pessoa pelos males cometidos.

LIVRE ENFIM
Alguns cristãos também abrem as janelas logo depois de uma morte, para que corra vento no ambiente e a alma do falecido se sinta livre. Pela tradição católica, o corpo deve ser bem lavado, ungido com perfume e especiarias e vestido com boas roupas. Todo cuidado serve para preparar o morto para a vida eterna.

BUDISMO

Segundo uma parábola, uma mulher procura Buda para reviver o filho. Buda pede a ela grãos de mostarda de uma casa em que nunca tenha morrido alguém. A mãe não encontra e entende que teria de conviver com a morte.
CHEIRO DE VIDA
Velas são acesas no oratório doméstico ou de onde ocorreu o óbito – o corpo fica próximo a ele. O rosto é coberto com um pano branco e acendem-se incensos a sua volta. Um monge budista é chamado para ler textos sagrados e confortar a família.



JUDAÍSMO

A morte não é uma tragédia, mas algo natural. Os judeus se veem como “hóspedes temporários” de passagem pela Terra. Ou seja, a alma sobrevive mesmo que o corpo tenha falecido. Se foram bons e dignos em vida, a alma será recompensada no além. E é para que siga iluminada que amigos e familiares cumprem uma série de rituais.
“Pois do pó viestes, e ao pó retornarás”, Bereshit 3:19
NADA DE ENFEITE
As janelas do local do óbito de um judeu são abertas, e acessórios como joias, relógios e até perucas são retirados do morto, para que ele não encontre o criador portando objetos mundanos.

SIMPLES ASSIM
O caixão deve ser arranjado rápido, seguindo um padrão: ser de madeira, forrado com um pano preto e adequado ao tamanho do corpo, estampando a estrela de Davi. Os caixões dos judeus devem ser parecidos para lembrar que a
morte iguala todos.

HINDUÍSMO

Acreditam na reencarnação, ou seja, que a alma volta várias vezes à vida até se libertar. A vida na Terra é parte de um ciclo de nascimento, morte e renascimento. Logo que alguém falece, iniciam-se rituais para desprender a alma do corpo – geralmente cremado – sem traumas e para que ela encontre nova casa – um corpo humano ou de animal, de acordo com o comportamento na vida anterior
LIMPEZA FESTIVA
O corpo do falecido é lavado, untado com óleo e pasta de sândalo e vestido com boas roupas, como se fosse a uma festa; as mulheres são penteadas e os homens, barbeados. Uma mortalha de tecido recobre o corpo dos pés à cabeça, mas o topo do crânio fica descoberto

AO AR LIVRE
Quando um hindu está prestes a morrer, o corpo é deitado no chão, a céu aberto, com a cabeça voltada para o sul. A prática, cultivada em regiões da Índia e em outros países, inicia o desprendimento entre corpo e alma.


FONTE : http://mixtao.wordpress.com/category/curiosidades/

sexta-feira, 4 de março de 2011

Carnaval



"Se beber não dirija!"
Galera aproveitem o carnaval com responsabilidade!
Bjss e bom feriadão!

Filosofia

 Bertrand Russell conta algures a exemplar história daquele sábio hindu que deu em Londres uma charla para neófitos sobre as suas idéias cosmológicas. “O mundo – informou ao devoto auditório – apóia-se sobre o lombo de um imenso elefante e este apóia as suas patas sobre a carapaça de uma gigantesca tartaruga.” Uma senhora de meia-idade pediu a palavra: “E como se apóia a tartaruga?” “Graças à enorme aranha que lhe serve de pedestal”, foi a amável resposta. Insistiu a dama: “E a aranha?”. O sábio, imperturbável, retorquiu que se mantinha sobre uma rocha ciclópica. A ouvinte não se deu por satisfeita: “E a rocha?” Já impaciente, o guru despachou-a dizendo: “Senhora, asseguro-lhe que há rochas até abaixo.”
Parte do texto publicado por
SAVATER, Fernando. O Meu Dicionário Filosófico. Lisboa: Dom Quixote, 2000, p.281-283.



Há pessoas que se contentam com tão pouco  e aceitam tudo que nos impõem, nem se quer se dão ao luxo de tentar pensar e contestar, temos preguiça, e o resultado disso é a manipulação e lavagem cerebral que nos fazem em no nosso país!

Sabe que permite isso?
VOCÊ E EU!